A Portuguesa

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Infotaula himneA Portuguesa
(català) La Portuguesa
A Portuguesa sheet music.jpg
Còpia de la partitura original de l'A Portuguesa
Himne National dePortugal Portugal
Lletra deHenrique Lopes de Mendonça, 1890
CompositorAlfredo Keil, 1890
Adoptat5 d'octubre 1910 (de facto)
19 de juliol de 1911 (de iure)
A Portuguesa (instrumental)

A Portuguesa és l'himne nacional de Portugal. Va ser compost per Alfredo Keil i escrit per Henrique Lopes de Mendonça durant el renaixement nacionalista encès per l'ultimàtum britànic de 1890 a Portugal sobre les seves colònies africanes. Va ser utilitzat com una marxa de la rebel·lió fallida republicana del gener de 1891 a Porto. A portuguesa va ser adoptat com a himne nacional en la naixent República portuguesa de 1911, reemplaçant O Hino da Carta que era l'himne de la deposada monarquia constitucional.

Letra[modifica]

Portuguès (lletra oficial) Portuguès
(lletra original de 1890)

I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu.

Beija o solo teu, jucundo,
O oceano, a rugir de amor,
E o teu Braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.

Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

I
Herois do mar, nobre povo,
Nação valente e imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memoria,
Oh patria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira,
À luz viva do teu céo!
Brade a Europa à Terra inteira:
Portugal não pereceu!

Beija o teu sólo jucundo
O Oceano, a rugir de amor;
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar!

III
Saudai o sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal do resurgir.

Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injurias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela patria lutar!
Contra os Bretões marchar!!

Vegeu també[modifica]

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